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No Coletivo Leitor você encontra centenas de títulos de literatura e informativos infantojuvenis. São obras dos selos Ática, Atual, Caramelo, Scipione, Formato e Saraiva, cuidadosamente selecionadas para atender aos leitores e proporcionar experiências inesquecíveis.

Ano escolar

BNCC

Datas

Gênero

Livro temático

Segmento

Penélope Manda Lembranças

Marina Colasanti

Nestes contos, o insólito, o inesperado e o fantástico tornam-se possibilidades da realidade. O estranhamento com relação ao mundo e o desconhecimento de si mesmo tomam conta das narrativas.

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Perdendo Perninhas

Índigo

Tudo muda quando se passa do 5º para o 6º ano escolar. E não foi diferente para Ágata. Ela e mais três amigas enfrentam um período de grandes transformações.Com humor, a autora expõe os dramas das personagens e cria uma narrativa sensível sobre as dificuldades da lagarta, que precisa perder todas as perninhas para se transformar em uma incrível adolescente... ops, borboleta!

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Perigos No Mar

Aristides Fraga Lima

Márcio, Lino e Bete vão pescar com o pai e os amigos em uma escuna, no litoral de Salvador. Apanhados por uma tempestade, eles são arrastados para longe. Para sobreviver, terão de se unir e fazer bom uso dos recursos que a natureza lhes oferece.

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Poemas Completos De Alberto Caeiro

Fernando Pessoa

Neste livro, o leitor confere os poemas do heterônimo preferido de Fernando Pessoa. Amante da natureza, Caeiro se diz pastor de ovelhas e afirma que pensar é estar doente dos olhos. Em suas poesias, ele defende a simplicidade, tanto da vida como da linguagem. Seus versos são livres e proclamam a sensação das coisas tais como são.

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Poemas Para Brincar

José Paulo Paes

Um clássico da poesia infantil brasileira em que José Paulo Paes propõe a seus leitores brincar com a língua portuguesa. Os poemas apresentam jogos de palavras e até um abecedário com significados inusitados, que diverte, instiga a criatividade das crianças e ainda faz pensar.

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Poesia Marginal

Ana Cristina Cesar, Cacaso, Chacal, Francisco Alvim, Paulo Leminski

O experimentalismo, a irreverência, o lirismo e a rebeldia de cinco poetas da "geração mimeógrafo" em uma antologia que revela o espírito não conformista da juventude durante a ditadura militar.

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Poesia Pela Cidadania

Odete Rodrigues Baraúna

Cidadania não é coisa só de adulto. Este livro fala sobre o assunto de um jeito atraente e divertido.

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Poesias

José Paulo Paes, Henriqueta Lisboa, Mário Quintana, Vinícius De Moraes

A sensibilidade profunda de quatro poetas em textos de temas variados: gente, animais, coisas, lugares, tempo, amor.

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Pollyanna

João Anzanello Carrascoza, Eleanor H. Porter

Órfã, Pollyanna é obrigada a morar com a tia ranzinza em uma casa inóspita. Mas seu jeito positivo de ver a vida contagia essa mulher amarga e todos que encontra em seu caminho.

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Ponha-se No Seu Lugar!

Ana Pacheco

Lucas acorda e percebe que seu nariz não está mais em seu rosto, no lugar dele, não há nada, apenas uma superfície lisa. Zizo, seu arqui-inimigo, reconhece que o nariz encontrado no meio do pão de queijo que comprou na cantina da escola é o de Lucas e acaba jogando-o na lata de lixo a fim de se livrar dele. Então, o nariz ganha vida própria e torna-se a nova atração do colégio, provocando admiração unânime, de meninas e meninos. Nariz conquista Florinha, a mais bonita e rica do colégio, cuja garota Lucas havia decidido que queria namorar. Depois disso, inicia-se a aventura em que Lucas tenta reconquistar seu nariz e colocar o Nariz no lugar dele.

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Porquês

Jandira Masur

O menino tem muitos porquês. Quer saber, por exemplo, por que os mais velhos sabem o que é certo e o que é errado. Mas uma dúvida maior o atormenta: será que, quando ele crescer e já tiver idade, ainda vai querer saber?

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Porta De Colégio

Affonso Romano De Sant Anna

Nas crônicas sensíveis de Affonso Romano de Sant'Anna, os instantes banais do cotidiano se revestem de intensa magia.

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Pra Lá E Pra Cá - Trânsito E Cidadania

Saraiva

Educar para o trânsito, com foco na cidadania e abordagem interdisciplinar, ensinando as principais leis de trânsito, medidas de segurança e as responsabilidades que a criança e seus responsáveis devem ter. Destaque para mobilidade urbana, mas sem ignorar as zonas rurais. Destinado às crianças de 8 a 10 anos, estudantes do Ensino Fundamental I. O conteúdo é introdutório à criança como pedestre/usuária de transporte, e permite que comece a reconhecer os direitos e deveres dos adultos motoristas/ciclistas.

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Princesa Arabela Vira Irmã Mais Velha

Mylo Freeman

A princesa Arabela brinca sozinha quase o tempo todo. Ela ia gostar de ter um irmãozinho ou uma irmãzinha para ter com quem brincar. Mas o que seria mais legal? Uma irmãzinha? Arabela parece gostar da ideia, até que conhece a irmãzinha do príncipe Mime… Quem sabe então um irmão? Se bem que os irmãos menores da princesa Ling são muito chatos… Até que um dia Arabela recebe uma surpresa dos pais. Uma história divertida sobre escolhas que não são escolhas e sobre pequenas chateações que também podem ser alegrias.

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Procura-Se Lobo

Ana Maria Machado

Um anúncio num jornal atrai vários lobos de histórias famosas. Eles compõem uma narrativa divertida, que alerta para a extinção da espécie.

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Quarto de despejo: diário de uma favelada (Edição comemorativa)

Carolina Maria De Jesus

Do diário de Carolina Maria de Jesus surgiu este autêntico exemplo de literatura-verdade, que relata o cotidiano triste e cruel de uma mulher que sobrevive como catadora de papel e faz de tudo para espantar a fome e criar seus filhos na favela do Canindé, em São Paulo. Em meio a um ambiente de extrema pobreza e desigualdade de classe, de gênero e de raça, nos deparamos com o duro dia a dia de quem não tem amanhã, mas que ainda sim resiste diante da miséria, da violência e da fome. E percebemos com tristeza que, mesmo tendo sido escrito na década de 1950, este livro jamais perdeu sua atualidade. A primeira publicação de Quarto de despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, data de 1960, por isso, em 2020, quando se comemoram os 60 anos de sua existência, a Somos Educação fará uma edição especial desta que é uma obra muito importante para a literatura brasileira. Com um projeto gráfico renovado e capa assinada pelo artista No Martins, além do texto original da autora, este livro conta com um prefácio assinado pela escritora Cidinha da Silva, fotografias dos manuscritos de Carolina Maria de Jesus e uma fortuna crítica com escritores como Alberto Moravia; críticos literários, como Marisa Lajolo, Carlos Vogt, Elzira Divina Perpétua, Fernanda Miranda; historiadores, como José Carlos Sebe Bom Meihy, e jornalistas, como Audálio Dantas, responsável pela publicação da primeira edição do livro, e Otto Lara Resende.

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Quarto de despejo: teatro – Baseado no diário de Carolina Maria de Jesus

Edy Lima

Baseado no livro Quarto de despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, este drama teatral conta a história do cotidiano triste e cruel de uma mulher que sobrevive como catadora de papel e faz de tudo para espantar a fome e criar seus filhos na favela do Canindé, em São Paulo. Em meio a um ambiente de extrema pobreza e desigualdade de classe, de gênero e de raça, ao longo das cenas nos deparamos com o duro dia a dia de quem não tem amanhã, mas que ainda sim resiste diante da miséria, da violência e da fome. A primeira publicação de Quarto de despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, data de 1960, por isso, em 2020, quando se comemoram os 60 anos de sua existência, a Somos Educação fará uma edição especial desta que é uma obra muito importante para a literatura brasileira, aproveitando o ensejo para lançar esta adaptação do livro para o teatro, de Edy Lima, que foi encenada pela primeira vez em São Paulo, em 1961. Além do texto da peça e da ilustração de capa feita pelo artista No Martins, esta obra conta com um texto de apresentação de Amir Haddad, que dirigiu Quarto de despejo na montagem de 1961, outro de Edy Lima, e o manuscrito de Carolina Maria de Jesus sobre a adaptação de seu livro ao teatro.

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Quem Matou Honorato, O Rato?

Lilian Sypriano

Honorato era um rato que aprontava bastante confusão, além de ser muito comilão. Todos na Casa Amarela tinham motivo para desejar o seu sumiço, mesmo que fosse perambulando para comer um queijo suíço. Numa noite, que maldição, foi encontrado mortinho sobre a pia, com a barriga inchada feito bola de sabão. A polícia foi chamada para o caso esclarecer, e todos foram considerados suspeitos pela morte do pobre ser. O final da história você vai ter de ler para saber e me dizer! Vamos lá! Esclareçam o fato: Quem matou Honorato, o rato?

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